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Barreado
 é um prato típico do litoral Paranaense, mas precisamente Paranaguá e Morretes. A tradicional receita dava seus primeiros passos a 300 anos atrás, nos primórdios da colonização de Paranaguá, pode ser acompanhada com banana e arroz. Seu preparo consiste em carne de porco, farinha entre outros ingredientes, é feito em uma panela de barro. O Verdadeiro barreado é cozido por 13 horas e é mantido os temperos tradicionais.

Mercado do Artesanato

Construção em estilo neo-renascentista, era o antigo mercado de peixes da cidade e servia à comunidade dos pescadores que ali vinham comercializar os seus pescados. Funcionava sempre de madrugada e ao anoitecer. Foi recuperado para servir como ponto de venda do artesanato típico da região. Localiza-se na Rua General Carneiro ou Rua da Praia – Centro Histórico.

Fonte Velha ou Fontinha

A Fonte Velha é a mais antiga construção da cidade. Teve origem no manancial Olho d’água, que vinha de tempos imemoriais, servindo a taba carijó. Simples fonte natural que servia ao abastecimento do povoado. Nesse tempo, o local da fonte era conhecido como Gamboa, sendo comum chamarem Fonte da Gamboa. Também chamada de Fontinha e Fonte de Cima, sua construção remonta ao século XVII e sofreu várias modificações e acréscimos posteriores. Durante 200 anos as casas da Vila e Cidade de Paranaguá foram servidas pelos “aguadeiros” que abastecendo na fonte, transportavam a água em uma carroça, recebendo dos usuários 100.000 réis por barril. A fonte foi tombada pelo Patrimônio Histórico e Artístico do Paraná em 1864. Está localizada na Praça Pires Padrinho – Centro Histórico.

Rua da Praia

Local onde se encontra a maior concentração de sobrados coloniais. Estes seculares casarios da Rua General Carneiro mostram as linhas e formas de colonização portuguesa. Localiza-se em paralelo com a margem esquerda do rio Itiberê. À noite a paisagem se torna mais bucólica e romântica.

Estação Ferroviária

É o ponto inicial da Estrada de Ferro Paranaguá – Curitiba. 

Obra iniciada no dia 05 de junho de 1880, na presença de imperador D. Pedro II e da Imperatriz do Brasil.

Foi inaugurada em 1885, pela Princesa Isabel. Reconhecidamente uma das maiores obras de engenharia ferroviária do mundo. Em seu trajeto para vencer a Serra do Mar e chegar ao planalto serpenteia abismos e penhascos inimagináveis. Foi concluída por Teixeira Soares, jovem engenheiro brasileiro, com apenas 33 anos de idade, depois que seu construtor, Giusepe Ferrucini, desistiu da obra no Km 45, julgando-a impossível de ser construída.

Instituto de Educação Dr. Caetano Munhoz da Rocha

A bela edificação conserva em seu interior um altar em estilo barroco, construído no primeiro quarto do século passado. Possui as mesmas características do Instituto de Educação em Curitiba e, que pertenceu ao Dr. Caetano, quando morava em Paranaguá.

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